quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Relato de 1º Chifre do Corno Kim; Uma deliciosa historia que eu li e me deu muita vontade de ser o Comedor Mario que fudeu a esposinha linda e gostosa do meu amigo Kim, Obrigado por compartilhar sua historia e fica o convite a outros Cornos que relatem seu chifre e inriqueça nosso blog. Relembrar e Viver.

Esposa Fiel por 13 Anos Vira Puta de Comedor Desocupado na Amazônia
Diz o dito popular que a “primeira transa” ninguém esquece, o primeiro chifre então é impossível esquecer, movido por esta certeza, eu quero que fique eternizado neste conto. As personagens desta história são: Eu, o marido: Kim Felício, 41 anos, caucasiano, altura 1,74m, peso 76kg; a minha esposa: Ana Paula, pele clara, 36 anos, cabelos castanhos claros com mechas loiras, olhos cor de mel e à luz esverdeados, boca carnudinha, altura 1,68m, peso 65kg, busto 90cm e quadril 98cm; e o Macho Comedor: Mário Vime; 27 anos; moreno; altura ~1,85m; peso ~95kg. Este conto é inteiramente baseado nos testemunhos da Ana Paula. Os fatos desta narrativa aconteceram numa vila operária, empresa de mineração do Estado do Pará. Os nomes são fictícios para preservar as fontes, e pelo mesmo motivo, a omissão do nome da Cidade e o lugar “lago amarelo” é uma denominação alternativa. O ano de consumação do caso foi 2010.
Eu, na condição de marido e companheiro de mais de uma década bem convivida, sou extremamente grato a minha virtuosíssima esposa, esta a qual de longe é a mais importante pessoa, e que deu sentido a minha vida, especialmente, neste caso, por ela ter se dedicada a mudar radicalmente as suas convicções por toda uma vida construída como doutrina de comportamento moral, para embarcar no desconhecido mundo de alegorias sexuais as quais me alucinavam praticamente desde o início do nosso relacionamento... Para muitos um pecado funesto e gerador de ódio, para raros outros como eu, a incognoscível e deliciosa fantasia do sexo animal... Sobretudo, sou grato, por ela ter se permitido aflorar seu instinto de mulher com toda intensidade e tido a coragem de dividir comigo a memória dos episódios deste conto. Evidentemente, tiveram outros mil diálogos impossíveis de serem escritos aqui sem ser enfadonho, por isso considero o texto um resumo da minha impressão com o conveniente exagero da linguagem, que mesmo assim, não alcança o valor das emoções sentidas. Dedico a minha querida Ana Paula com toda honra e toda graça! Bilhões de beijos meu amor!
Foi assim: Desde o início, toda vez que eu tocava no assunto pra Ana Paula ter mais de um homem ela proferia que eu não a amava, ou talvez que eu tivesse uma espécie doença psíquica, que eu não tinha caráter ou outras mil “coiseiras” que argumentava. Para ela parecia impossível alguém amar e aceitar uma situação de traição... Sempre quando eu a provocava e dizia pra ela que queria ter um harém de mulheres na cama ela ficava pra morrer... Mas eu insisti por anos, até que colhemos nossos primeiros frutos. Fizemos juntos pela internet contatos com homens e mulheres que já viviam a experiência de casamento aberto. Positivamente o ambiente do anonimato da net foi um espaço pra ela testar seus impasses e até trocou e-mail’s com outras mulheres infiéis e também alguns e-mail’s quentes com homens que se diziam amantes de casadas, parecia se convencer devagar que nada de anormal existia naquilo, que não haveria nada de maldoso, muito menos falta de amor da minha parte, e sim, somente mais um jeito distinto de encarar a vida e seus possíveis prazeres, afinal, pra ter chifre tem que ser “homem de verdade”. Todavia, em certos casos, foram até ruins alguns contatos, pois ela se deparou com a inautenticidade de certos sujeitos maldosos que a iludiram, e acabou por piorar o clima dela, até o ponto de romper com a rede virtual e retardar mais ainda a confiança de se iniciar no mundo das casadas chifradoras...
Por vezes, eu quis resolver a situação de forma pragmática... Principiei aprontar meios pra ver se colava e verificar se minha esposa talvez se envolvesse com algum dos colegas e amigos próximos, tendo em vista o meu perfil introvertido e que eu não tinha a menor coragem de me abrir com os tais amigos e colegas de trabalho sobre este emblemático assunto, torcia pra que algum deles o fizesse espontaneamente no anonimato, mas a coisa jamais andou como eu planejava... Eu pensava uma coisa e acontecia outra... Por moralismo ou medo, talvez os colegas, quase todos solteiros, certamente até achavam minha esposa atraente, mas não chegavam junto... Eu até atentava a minha esposa pra botar algumas roupas mais provocantes, mas a dose infelizmente causava um efeito contrário, pois fazia com que os colegas ficassem meio acabrunhados... E nada de ninguém criar coragem de investir, uma decepção total e silenciosa na minha cabeça ansiosa por um enfeite...
Mas com muita paciência eu tocava no assunto de vez em quando aos ouvidos da minha querida mulher, uma tentação continuada pra vencer a resistência dela... Então a solução veio de onde eu não esperava: Minha esposa, todo fim de tarde, saia para uma caminhada a fim de reduzir um pouco as medidas... Pra mim ela estava uma rechonchudinha amabilíssima e maravilhosa, mas ela pensava que era melhor extenuar um pouco mais, coisa do modismo de emagrecimento... Mas ela andando na rua com aquelas roupas: calça de lycra colada do tipo de academia de ginástica, que todo mundo conhece bem, daquelas que envergonham marido ciumento e que mostram as curvas do corpo e as formas da buceta e da bunda, vestida assim, meu amor estava gostosona ao mirar dos machos seletivos e uma hora alguém ia espiar com uma visão de “comer com os olhos”...
Então “caiu um Anjo do Céu” e viu minha esposa passar, reparou no belo e vantajoso “capô de fusca” que a natureza a brindou generosamente no meio das pernas dela, nas delícias das curvas da bunda e dos seios, e com certeza acordou a tesão do observador... Ela percebeu naquele momento que estava poderosa diante do olhar pegajoso do Marmanjo, mas manteve a postura e seguiu normalmente o seu caminho enquanto o Macho fitava... O despertar delirante do audacioso, induziu-o a arquitetar uma rota de colisão que o levaria pra perto do seu objeto de desejo... Trata-se de Mário Vime (MV): casado; trabalha sem ocupação fixa como segurança de eventos; a sua mulher é uma jovem engenheira e funcionária da mesma mineração que eu; é morador da mesma vila que nós, o desocupado tem mais tempo livre que a mulher dele e gosta de utilizar esse mesmo tempo para treinar natação na piscina olímpica do clube operário, etc. Pois bem! Esse mesmo tal MV, já tendo notado que a minha Ana morava próximo dele, somente cinco quadras de distancia, inventou de segui-la à distância pra aprender o itinerário da caminhada que exercitava...
No dia seguinte, simulando um fortuito, quando minha esposa andava devagar à beira do mesmo caminho, resolveu parar o carro e oferecer uma carona de volta pra vila... Ora! uma carona de carro pra quem quer andar como exercício físico? Deve ser no mínimo estranho e sem propósito! Parecia que não tinha nada planejado, mas o Macho fez disso o gancho pra começar uma conversa de aproximação. A minha esposa gostou do jeito simpático do sujeito, e resolveu aceitar a desnecessária carona. Foi-se uma rápida conversa desconectada, e ao final do percurso, seguramente já com uma coceirinha na xana, ela agradeceu com um beijo selinho na despedida, o que parece ter deixado o cara muito mais do que grato. Este fato a minha parceira não me contou de imediato, foi preciso que mais coisas acontecessem...
Ela manteve a rotina de caminhada diária, demorou mais dois dias pra se repetir o mesmo feito encontro em lugar próximo do anterior... A cidade é pequena, formada por vilas operárias e separadas por faixas da floresta amazônica, tem gente de todo lugar do Brasil e até gringos em regime de alta rotatividade de mão de obra, e por isso quase ninguém se conhece bem,... Mas voltando ao assunto, o Cara encontrou novamente ela vestida naquelas roupas que a transparecia nua nas formas, ofereceu outra supérflua carona a minha graciosa, lá se foi outra rápida conversa “sem pé nem cabeça”, só que dessa vez, no ponto da chegada, o sujeito retribuiu o beijo selinho dos dois lados do rosto dela, meio assim, sem querer largar. Ana ainda me disse que o Macho não conseguia disfarçar bem o olhar pra ela nas partes apetecidas e parecia que tinha ficado de pau duro... Foi daí que ela passou a me contar sobre o cortejo... Estava mesmo querendo me testar...
Quando ela me disse pela primeira vez eu senti aquele choque de ciúme, mas me liguei na fantasia de corno e que eu a sempre instigava isso dela, pensei um monte de bobagens, inclusive que isso poderia não ser nada bom!  Mas, graças a gigantesca força de vontade, me enchi de energia e desafiei ela a deixar o Cara chegar mais junto e consentir Ele abusar um pouco mais pra ver onde Ele queria chegar... Até implorei parodiando de joelhos: “- vai meu amor deixa de ser boba!!! Deixa!... Solte os grilões que te aprisiona... deixaaa!... Deixa Ele te tocar, jura que vai deixar juraaa!!!” E ela me disse: “- olha, tu não me provoca e depois não aguenta!”  Eu disse: “- negativo! você sabe que eu não penso assim, não mude de assunto! deixa Ele te comer vai!... vai!... vai meu beeem!”... Infelizmente da boca pra fora ela não me deu nenhuma esperança, somente aqueles “deixa disso!” Mas a minha torcida continuou silente...
Todavia o destino foi mais generoso comigo... Não deu outra, o MV enxergou mesmo algo especial na minha Ana, se dispôs a ariscar pesado e foi muito oportunista como um empreendedor deve ser... Já no dia seguinte aproximou-se novamente minha esposa e foi mais decidido, na abordagem foi logo perguntando: “- como uma gata tão linda e gostosa esta sozinha por estas estradas do fim do mundo?” minha esposa o pronunciou: “que ousadia é essa rapaz? eu nem te conheço direito!”, mas com a insistência elegante do Cara, ela aceitou outra vez a famigerada carona, só que dessa vez o Macho sentiu que chegou a hora de agir, parou o carro no meio do caminho ermo e disse que queria conversar um pouco, pois tinha algo importante pra compartilhar, mas foi logo desarmando minha esposa com um carinho na nuca e carícias por baixo dos cabelos dela. A Ana me disse que só se lembrou de mim, mas a arremetida Dele a afagou, ela ficou excitada, nervosa, com vergonha, mas passiva com olhar distante à frente da estrada, quase pedindo pra Ele a levar logo de volta pra casa, mas a tentação no fundo a mexia...
O oportunista obstinado continuou o ataque fulminante... Pegou ela forte pelo braço esquerdo, a puxou e tentou beijar a boca de minha Ana, mas ela virou o rosto, porém “mostrando para que veio”, o Cara a segurou firme e virou o rosto dela e beijou a boca, Ana lutou um pouco mas se rendeu e no instinto abriu a boquinha deixando o Macho saborear a língua dela... Na sequência Ele pegou nos seios dela por cima da blusa e desceu a mão até sobre a calça de lycra colada em cima da bucetona e minha esposa não reagiu, pois nem teve tempo de pensar, Ele queria sentir a contextura da gostosa que lhe saltou aos olhos, e minha esposa mantinha as pernas juntas, então Ele soltou o beijo pra pedir pra ela abrir um pouco as pernas... Ela me disse que ficou sem palavras como se tivesse sido hipnotizada e silenciosamente atendeu abrindo as pernas diante do olhar fixo e brilhante do Macho e deixando Ele apalpar a vulva carnuda e macia o que deixou o Invasor do Amor com o beijo mais ofegante... O Macho excitado pegou a mão da minha querida e a pôs sobre o volume que crescia dentro das suas calças... Minha esposa, sempre passiva, era totalmente inexperiente com o aquele tipo de situação extra conjugal, Ela começou a sentir o pau dele porque Ele mantinha a mão sobre a mão dela e apertava os dedos dela sobre o cacete até ela ficar autônoma como ele queria, e voltou com a mão dele por sobre a bucetona... Estava a minha amada totalmente à deriva, tudo ia depender de como o atrevido a conduzisse, mas o Garanhão experto sabia onde queria chegar, já tinha fama de mulherengo e comido umas tantas solteiras, empregadas que trabalhavam nas casas das vilas, e até outras casadas em diferentes situações, a minha esposa era só mais uma puta da lista, e aquela bucetona estava prestes a entrar pro currículo do cacete dele... 
Depois de se certificar que tinha pescado seu peixe e que aquela nova puta “tava no papo” e que “entraria no pau”, Ele sabia, por motivos óbvios, que não podia continuar ali naquele lugar onde podiam ser vistos, deu meia volta rapidamente no carro e se dirigiu para a estrada do lago amarelo. Num fim de tarde e fim de mundo onde não se vê ninguém, decidiu e agiu rápido... Levou o meu amor para o recinto onde os homens levam as namoradas e amantes, um lugar apelidado, em off, de “comedouro”... Eu conheço o local, pois nos fins de semana algumas pessoas fazem por lá piquenique, mas o lago é muito grande e a parte do “comedouro”, tão-somente, vão por lá os machos com as putas ou alguns raros casais de namorados...
No caminho Ana perguntou para aonde estavam indo, Ele respondeu que ela iria conhecer um lugar muito bonito, mas minha querida, que não era boba, tinha certeza das intenções do sujeito, e se deixou levar pelo arrebatamento... Ele corria muitos riscos, não sei como conseguiu dirigir, porque guiava com uma mão enquanto tentava ficar acariciando minha esposa... Na tranquila margem do lago Ele estacionou e fez o que tinha em mente. Logo que parou o caro, não perdeu tempo com diálogos e deu uns bons amassos no meu amor... Repetiu o beijo com toda e mais intensidade, e meteu a mão por baixo da blusa, levantou e despiu os peitos dela e mamou como um bezerro, a calça de lycra colada dela tinha boa elasticidade e sujeito meteu a mão agora por baixo dos elásticos o foi em contato direto com a cobiçada vulva, dessa vez ela abriu as pernas automaticamente, o Macho chega gemeu ao sentir a textura dos pelinhos aparadinhos bem curtinhos... No meio da excitação a minha querida abriu o zíper das calças do Safado, introduziu a mão e sentiu algo muito mais pujante do que tinha de costume, neste momento o símbolo do nosso casamento, aquele que muitos anos antes eu tinha anelado o seu dedo entrou em contato direto com o pau de outro Macho... Já doido pra fodê-la, o Macho saiu de dentro do carro de imediato se despindo, retirou o meu amor pela outra porta e a levou para o banco de trás, tirou o tênis e a roupa dela, e nem precisa dizer que MV comeu a minha Aninha do jeito que Ele quis. Ana Paula me disse que ela não aproveitou bem daquela vez, ficou meio agoniada, pois na condição de “marinheira de primeira” viagem, temia ser flagrados por alguém, o que não aconteceu, que se lembrava de mim, e o que eu tinha lhe pedido o tempo todo, mas alternando com o sentimento de culpa, contudo, com a mente confusa, ainda assim ela se deixou sentir um prazer de momento... Mas o Macho, experiente e destemido, comeu ela com toda volúpia, com o excesso de excitação pela novidade de ser o primeiro chifrador, se deixando alcançar mais precocemente o orgasmo na mesma posição em cima dela, papai-mamãe, que havia penetrado pela primeira vez.
Depois de ter ejaculado bem fundo, o Macho foi aliviando as tensões que lhe tomavam a tempos e quis aproveitar mais um bocado com o pau dentro e continuou amando minha esposinha, mordendo o queixo, beijando a boca e chunchando devagarzinho o pau gozado, comportou-se muito carinhoso, agora já relaxado com uma conversa muito agradável aos ouvidos de Ana. Tinha consumado seu projeto, não da melhor forma que tinha potência, mas plantou a semente e precisava regar, se prestava a fazer o papel de bom rapaz, talvez para impressionar igualmente pela gentileza.
Mas com o ocaso do sol precisava voltar pra Vila, Ele vestiu a minha esposa começando pela calcinha, as rendas da lingerie ficaram transparentes quando molhada pelo sêmen lambusado, e depois que a deixou vestida como do início, Ele inaugurou a minha nova classificação no seu discurso, falou: “ - Vou levar você de volta pros braços do seu corno!!!”, Ana sentiu uma alfinetada no coração com o título de “corno” atribuído a minha imagem pela primeira vez aos seu ouvidos, com a verdade que o termo significava a partir de então, e sendo dito assim sem o menor remoço da parte dele, falou risonho, e aparentemente muito feliz e orgulhoso com o seu feito...
E finalmente MV trouxe meu bem de volta pra casa, mas dessa vez do jeitinho que eu a queria... Quando eu cheguei do trabalho, Ana Paula, depois de um arrodeio de assuntos preparatórios, sem o jeito de como me dizer, me deixando meio encabulado com a estranheza, contou assim meio por alto que algo muito grave tinha acontecido, eu notei o desconforto dela e disse: - fala logo mulher, deixa de enrolar, diz logo o que está acontecendo? Com a pressão veio enfim a primeira fala direta: “sabe aquele MV que te falei?” – humm! – pois é você me azucrinou a cabeça não foi? – sim, eu respondi. – Pois é, hoje eu acabei saindo com Ele... Imediatamente algo tomou meu ser e eu entrei em estado de estresse máximo, os olhos ficaram arregalados, o coração palpitava, e então eu disse numa descarga de adrenalina: - mentira que você não saiu com ninguém! Ela retrucou: – mentira nada! Eu saí sim com o MV e transei com Ele!... Percebi a seriedade da fala dela e senti o um baque terrível, meu chão desapareceu... Uma ciosa era imaginar, mas daquele jeito o negócio é muito dramático e eu chorei de ciúme, mas as minhas lágrimas eram também de emoção que acabou contaminando a ela... Eu insisti se de fato era realidade a cornada, e ela reinterou: - tansei com Ele sim, já disse e pronto!... A balança se alternava na minha cabeça, eu aparentemente ainda não estava preparado pra essa verdade... Por um momento eu bambeie se era isso mesmo que eu queria, como eu ia manter a compostura? Mas eu tive esta fantasia durante anos? e a brincadeira virou real? De todo modo “a Inês é morta”, agora não tinha mais outro jeito, eu encerrava ter que aguentar e ficar mansinho como um corno deve se aceitar, tal como o modelo que eu me identifiquei e me idealizei sendo...
Eu pedi pra ela contar tudo direitinho como foi que aconteceu... Mais de uma vez, pedia pra ela contar todos os detalhes: Ela me disse que ficou passiva e que o MV foi quem agiu... tirou a roupa dela, e que a calcinha Ele tirou com os dentes... mordeu a bundinha e a vulva... mordeu e lambeu ela todinha... Os beijos; os carinhos; as falas e elogios; Nossa quanta coisa louca tomava conta da minha cabeça!!! Cada novo passo da conversa era uma punhalada no meu coração... E Principalmente quis saber sobre a parte quando Ele meteu o Pau nela e falou que ela era “Muito Gostosa” e que tinha adorado conhece-la... Ele é malhado pelos exercícios físicos e natação que pratica diadiramente, é mais alto encorpado que eu, pela descrição de Ana, que o acha bonito e atraente, também Ele é bem mais dotado que eu... claro! Eu já esperava! Qualquer um é! E aí eu pensava asneiras: Certamente, por isso, Ele deve ter achado a buceta dela apertadinha pra bitola do pau dele... Minha Ana tendo ficado tantos anos com meu pinto, esta penetração do Picudo deve ter funcionado como uma defloração...
Com a minha ansiedade e insistência pra ela me contar tudo acabei perdendo a noite de sono, Ana já estava ficando sem paciência e até chorou muito também, disse que se arrependeu, que jamais faria outra vez, mas eu  consegui tirar todo o espírito de corno de dentro de mim, fui enfático em dizer que aquilo não abalaria meu amor por ela, e que ela me teria ainda mais apaixonado... Pra compensar eu a enchi de carinho, muito mais calentura que de qualquer outra vez, choramos juntos, mas eu a amei como nunca... Tirei dela todo e qualquer sentimento de culpa e assumi com serenidade toda a responsabilidade, mostrando que com isso o mundo não acabou pra nós dois, e sim, poderíamos começar um novo mundo e ainda melhor...
A primeira vez nunca é um caso tranquilo, mesmo com toda preparação tem sempre um carrossel de emoções desconhecidas, as quais só pode saber quem passa pela experiência... Na minha cabeça algo sofria e algo gozava... O que me parecia inacreditável tinha acontecido... Meu indizível desejo de ser corno eu desisti de entender... Eu ficava matutando o que será que ficava pensando naquela hora o Sujeito que comeu a minha amada, Ele se sentiria vantajoso? Mas eu tinha que vencer minha moral ditada pela minha cultura e ser mais natureza... Até que a ficha caiu... Eu estava mesmo coroado!!! Brinquei pondo a mão dela procurando alguma protuberância na minha testa! Fiquei vários dias pra digerir a nova realidade, precisava me acostumar que enfim era um cornudo de verdade!!! Pra MV talvez a minha esposa fosse só outra puta que caiu na rede dele, mas pra mim era a fantasia de uma vida inteira e tinha uma importância fundamental...
Meus neurônios continuavam fervilhando... O que foi que minha esposa viu nele? Como é que esse Cara fode? Esse filme ficou rolando milhares de vezes na minha mente... Tive algumas recaídas emocionais no trabalho, mas aparentei que estava com uma indisposição... Fiquei administrando e curtindo taciturno as consequências da chifrada, mas no fundo era uma alma lavada poder imaginar a dose de realidade em que a buceta da minha esposinha foi comida por outro Macho... De providência eu tinha agora uma nova prioridade, pedi que ela me jurasse que não ia nunca deixar o Comedor saber das nossas conversas de casal, desse modo, eu preferi estrategicamente manter toda a distância, pra Ele conservar o estado de alerta de Amigo Secreto: Eros & Psique, pra que ambos pudessem desfrutar do proibido... Todo mundo diz: “corno é o ultimo a saber”, e, diferente, neste caso Ele não precisava saber que eu tinha ciência de pelo menos a versão por Ana da história.
Passei vários dias com vontade de transar com minha esposa, mas sem realizar o ato. Para minhas neuras, tudo o que tinha ficado do Pau do outro Macho dentro dela era muito peculiar, eu queria me deleitar de tudo que podia, ficava pensando coisas estranhas como, por exemplo: que eu poderia contaminar a vagina se eu ejaculasse... No fundo eu desejava conservar e proteger o que o Comedor tinha injetado ali dentro... Era algo muito maior que um arquétipo lacaniano... Não sei bem se Freud explica... Ela até ficou meio chateada com tudo aquilo, a transição tinha sido um tanto traumática, mas tinha cristalizada na memória que deu a buceta pra outro, pois eu sempre lembrava pra ela falar sobre a relação amorosa dela com o Comedor... Queria que servisse de estímulo pra ela foder de novo com Ele... Eu dei muita força e estímulo pra que ela se desse a oportunidade de continuar a ter outro homem permanentemente... Sempre compensando com atenção e carinho em dose dupla... Eu precisava fazer a chifrada se repetir com certa frequência pra consolidar meu novo status...
Depois que ela abriu as pernas pra Ele pela primeira vez achei que fosse mais fácil continuar, me enganei novamente... Acho que minha inquietação atrapalhou um pouco, mas um raio pode cair no mesmo lugar mais de uma vez, e eu contava com isso... Ela disse que só deu aquela vez pra ver se eu parava de falar, mas eu ponderei que depois que ela quebrou o “juramento matrimonial” não precisava mais ficar cativa do passado, e deveria aproveitar o momento pra desenvolver a nova vivência... Claro que assim escrevendo é bem mais fácil, mas na prática tudo é mais difícil, pois ela ainda resistiu bastante, não é possível escrever tudo que se passa e se pensa, mas eu tinha fé que ela um dia seria uma putinha mais fácil... E finalmente, um belo dia desses que a mulher fica de veneta, muito mais segura que poderia se entregar sem reservas àquele Homem que lhe pintava tão atraente, ela se expôs novamente voltando à rotina da caminhada com vista no que poderia acontecer...
Nos dias enquanto eu conversava com minha amada, o MV deu um tempo pra assentar a poeira e ver como as coisas evoluíam, pois comer a mulher dos outros envolve muitos riscos, Ele tem a sua própria esposa pra arriscar trair, e o Cara queria desfrutar calado o seu empreendimento... Passados muitos dias e visto que não deu em consequências danosas, Ele ficou vigilante pra ver se aparecia nova oportunidade, quando viu Paula passar Ele agiu novamente e de fato partiu de novo pra cima, e claro que ao entrar de novo no carro do Safado, minha esposa estava dando o sinal de aceite das condições anteriores e a coisa tenderia a ser do melhor jeito... Ele já recebeu ela com um beijo quente na boca e levou minha companheira direto pro lugar sagrado das chifradas onde mandou ver, se deleitou como nunca dantes, o coito demorou mais do triplo do tempo da primeira vez, fizeram sexo: dog, coqueirinho, e outras posições que faltaram no encontro anterior, e obviamente, injetou toda porra que tinha dentro da bucetona da minha esposinha amada... Dessa vez foi muito mais tranquilo e agradável ouvir minha esposa me contar da sua nova aventura... Já não era mais a primeira vez, e que bom que ela se portou mais solta, mais ativa e gozou mais... Isso deixou o Macho mais arrojado e seguro que amimou a Dama...
Eu quis escutar a resenha detalhada da nova peripécia, e ela me disse meio brava: “taí o que você queria!”... E dessa vez me contou: “-Ele disse que eu sou Gostosa! Deliciosa! Que gostava mais da minha perereca do que a da mulher dele”, essas palavras Ana me disse com uma linda autoestima, mas eu demandei que ela confessasse tudo aquilo que permanecia mais guardado, então abriu o verbo como num descarrego: Admitiu que disse pro MV que Ele era mais gostoso do que eu... Disse-me que Ele era um Macho do jeito que o seu desejo inconsciente queria... Que com Ele metendo ela sentia melhor a penetração, que tinha mais orgasmo do que quando transava comigo... Que ela retribuiu todo carinho e carícia que ele fez...  Que teve o afoitamento de mamar o Pau dele... Que Ele gozava girando no dedo dela a aliança do nosso casamento... Que desde então Eles dois somente se referem a mim como “o corno”... Pra mim o testemunho me soava como música pros meus ouvidos! Ai que prazer!!! eu queria ouvir isto há anos... Eu esperava que todos esses benefícios que ela percebeu fossem um estímulo pra Ana Paula se desencadear de vez, afinal ela tinha os dotes femininos pra se tornar a puta preferida do harém do Garanhão...
Eu quis que ela repetisse diversas vezes as histórias sempre com algo mais que pudesse ter esquecido ou omitido, porém, de novo parece ter incomodado um pouco o sentimento dela, mas houve progresso e ela se soltou mais e mais... É claro que o Macho Comedor quis logo aproveitar o momento junto dela pra marcar com um novo encontro, o motivo pra Ele ter o controle e não depender de uma situação casual, uma espécie de “agenda da putaria”, pra criar uma coisa certa, previsível, pra garantir que Ele ia ter a buceta da minha amada na hora que desejasse, sem recorrer a telefone nem SMS... E daí que Paula o falou da minha escala de trabalho e claro que Ele entendia tudo, pois também acompanhava a escala da sua própria mulher na mineração, e então armou tudo direitinho, e como bom oportunista safado, ia aproveitar todas as oportunidades... Minha esposa concordou com a agenda e assim se foram mais outras dúzias de fodas três ou quatro vezes por semana no lago amarelo...
Eu tinha responsabilidade com o fato e queria explorar meus limites, daí me ofereci pra ajudar nos custos e literalmente “paguei pra ver” quando sugeri que a Paula o entregasse o dinheiro pelo combustível do carro dele, afinal o “lago do amor” era a mais de vinte quilômetros de distância, e o combustível por ali era 60% mais caro que no resto do país... Com a insistência de minha esposa Ele acabou aceitando, afinal pro bom safado é melhor comer de graça, e Ele não teria que tirar do seu próprio orçamento doméstico e ter que se explicar pra mulher dele... E pra Ele era ainda interessante o juízo de perceber que ela estava tirando o dinheiro do corno e que eu ficava trabalhando pra pagar a conta dele comer minha esposa... Nossa como eu fiquei contente de saber que meu dinheirinho estava sendo gasto para aquele fim... Vi rapidamente a minha amada ir tomando gosto por MV e eu deixei por um bom tempo, mais de seis semanas, só Ele comendo a Ana, foi uma espécie de quarentena, mesmo sem Ele saber da minha parte, respeitei a exclusividade dele enquanto Comedor durante a “lua-de-mel” deles... Eu sonhava acordado sendo submisso e Ele me ordenando deixar minha esposinha só pra Ele... Imaginei que era isso mesmo que Ele queria de mim... Eu me contentava em ouvir as histórias que Paula me contava das viagens como amante Dele...
A rigor eu nem procurei minha cara metade durante o período, pra não atrapalhar na adaptação de Ana... Foi a mudança mais radical da minha vida, e momentos cheios de excitação, era melhor viver aquela prova do que tinha sonhado por anos... minha esposa não acreditava como eu reagia aquilo tudo de forma tão pacífica e animado enquanto MV entrava cada vez mais na nossa vida... Adoro ficar imaginando que minha esposa, a qual para o universo familiar permanecia fiel, na verdade fazia parte da coleção de putas de um Macho desucupado... Adoro ela me chamando de meu corninho... Entre nós dois eu sempre imaginava o fantasma do Comedor com a gente... Foi uma doce loucura... Nossa como tudo valeu a pena! Na verdade eu nem sei por que prefiro a vida desse jeito tão diferente do comum... Agradeço todo dia por esse MV ter invadido a minha vida conjugal e ter me presenteado com estes chifres que carrego com muito gosto... Pelo resto do tempo depois disso até mesmo quando eu transava com minha esposinha eu via em minha Mente que era Ele quem estava em cima dela, até a inversão de pensar que aquela buceta pertencia a Ele, e isso passou a ser o motor do meu prazer até hoje... A chegada deste Amante da minha amada se revelou a opção mais interessante para apimentar o nosso relacionamento.
Mas o melhor mesmo ainda estava pra vir, movido pelo sucesso das investidas, o MV resolveu depois de combinar com a Ana se aproximar sorrateiramente da minha casa, enganando a mulher dele pra ficar com a minha... Eu fiquei contente e concordei na hora com a história de Ele vir comer ela no meu “doce lar”... Pra senhora dele Ele inventou uma caminhada, fingiu querer ficar melhor em forma... O destino da falsa caminhada, depois de rodear a vila em direção oposta, retornando pelas trilhas do mato, era a minha casa. Enquanto eu me ausentava numa troca de turno do trabalho, o MV iniciou as visitas que terminariam comendo a minha esposa no aconchego seguro da minha cama... E foi na minha cama que Ele botou minha amada pra satisfazer o desejo dele de gozar na boquinha dela... Foi lá que eles experimentaram todas as posições do Kama Sutra, e foi também na minha cama que Ele fez minha Ana Paula perder a virgindade do cuzinho... Eu nunca fiz sexo anal com a minha esposa, eu sempre tive em mente uma enorme e sinistra reserva puritana, mas na minha cabeça medonha tinha o sentido abstruso que um dia outro homem, livre desse tipo de impedimento, comeria o traseiro dela...
Quando o MV quis provar o outro lado, ela o disse que nunca tinha dado o rabinho pra ninguém e isso deixou o Macho despudorado bem-disposto e mais doido do que nunca, o Cara ficou tarado pra desvirginar o cuzinho da minha amada, era uma chance imperdível e que iria se tornar num dos seus maiores feitos de Comedor de casada... Pelo mesmo maldito pudor, eu não insisti muito para ouvir os detalhes daquela modalidade de sexo. É claro que as vezes eu fico imaginando as caretinhas que certamente ela fez, e os “ais” que ela deve ter soltado contendo o grito, no entanto, achei mais interessante que tudo o que tenha acontecido, neste episódio tão especial para os dois amantes, estivessem guardados somente na memória da minha venerada e do seu Meritório Comedor... As únicas coisas que ela falou espontaneamente sem que eu a provocasse, foi que depois de conduzir ela pra posição mais favorável e penetrar com maestria o anelzinho virgem, Ele ficou tão animado que manteve o Pau dentro chunchando até o gozo... Ela nunca tinha dado o traseiro, mas refletiu que Ele era quem parecia deslumbrado, tal como quem nunca tinha enrrabado uma bunda antes... Apesar de ter sofrido um pouco para se acostumar, ela aprovou a nova transa e se sentiu mais mulher, e revelou que dali pra frente ia deixar Ele comer o cú dela toda vez que desejasse... Obviamente, apesar de eu ter vivido com ela, à época, por mais de treze anos de casados, a partir daquele curto e intenso período, o Comedor tinha se tornado mais íntimo da minha esposa do que eu... Logo quando ela me disse que deu o traseiro pro Comedor os meus chifres brilharam, eu comemorei porquanto virei um corno completo... Eu passei a adorar cada vez mais voltar pra casa pra ouvir as resenhas da minha esposa... Entrar no meu quarto e ver o lugar desarrumado do meu cantinho do amor e descanso sempre foi muito excitante e maravilhoso, tenho convicção que esta é a forma mais ousada e laureada pro acalorado Comedor e igualmente a mais contundente pose de uma mulher chifrar o marido...
Ele foi ficando mais atrevido com o tempo e ganhando mais autoconfiança e se arriscando mais, já chegou até a enganar radicalmente a mulher dele pra dormir com a minha em uma noite que passei no regime de trabalho noturno da mineração... Quando eu cheguei em casa de manhã, Ele tinha saído a poucos minutos... Fui recebido como um corninho gosta: embalado pelo conto da minha esposinha me dizendo da experiência gostosa de ter passado a noite com o marido da outra, algum cochilo e regrado com muito sexo... Tem coisa melhor? Nem deixei ela tomar logo o banho, pois queria ter ela do jeitinho que MV a deixou... Bom demais ter a esposinha com o cheiro do outro Macho e melhor ainda com a buceta cheia de porra... Pra lamber, como fazem alguns chifrudos, eu confesso que não consegui, mas pegar e sentir a viscosidade foi fácil... Fiquei espalhando o esperma do Comedor pela vulva e pelas cochas dela... Eu disse que amava a putinha do MV e fiquei de pinto duro...  Era o pretexto pra eu quebrar meu jejum e voltar finalmente a transar com ela... Meu pinto ficou deslizando sem atrito na vagina dela arrombada e inundada com a porra dele... Pela deficiência de atrito eu ficava bamboleando, Minha Nossa! como é gostosa a buceta gozada da minha amada! Como eu estava morrendo de saudade! Eu realmente me deliciei reciprocamente com ela até o nosso êxtase... Depois do amor, nós fomos tomar o banho e voltamos pra cama onde eu a dei muito carinho e mil beijos, e vi os olhinhos dela brilharem venturosos, até ela dormir molinha e eu dormi em seguida super tranquilo... Em resumo nós voltamos a fazer amor mais frequentemente do que d’antes, a única coisa conservadora entre o casal, foi que eu continuei a não fazer sexo anal com a Paula, creio que é melhor ela só ter esse tipo de prazer, excepcionalmente, com o pau de outro privilegiado, assim vai cultivando um fetiche diferencial, tendo algo prazeroso que só faz com o Amante, numa relação de cumplicidade onde os dois curtem conscientemente da preferência... E pra ela, a estabilidade de viver como a “Dona Flor” de Jorge Amado, estava fazendo tão bem pra alma, que se sentia mais importante e feliz do que nunca, e isso não tem preço...
Vali-me de todo o calor das aventuras dos dois amantes no meu ninho de amor, e pra ela manter o Comedor sem nunca esmorecer pelo maior tempo possível, eu comprei pela internet um montão de objetos afrodisíacos: lingerie, camisolas, baby dolls, espartilho e calcinhas eróticas; incensos afrodisíacos; baralho com nú feminino pro Macho sortear a próxima posição que a esposa puta ai levar Rola; loções de massagem e banho aromático; bolinhas explosíveis e excitante masculino para aumentar o prazer; etc. Estourei os limites dos meus Cartões de Crédito, mas foram os Reais e centavos mais bem gastos do meu dinheirinho... Pra todos os efeitos, a ideia era simular que seria pra o uso meu e dela, entretanto, nem precisa dizer quem realmente foram os desfrutadores com exclusividade de todos esses melhoramentos. E ainda pra proteger a ambiência dos amantes eu cheguei até mesmo cancelar e adiar por noventa dias, a viagem de parentes que receberia hospedados em nossa casa, claramente, nada, naqueles tempos, podia obstar algo tão importante como o deslumbramento da minha esposa putinha. Depois de chegar à idade madura e somar mais de uma década de casamento monogâmico, Minha esposa estava finalmente fodendo como nunca, tinha o profundo desejo de tirar o atrasado...
Na vida habitual, eu nunca conversei pra valer com o MV, somente cumprimentos de bom dia, ou tudo bem? Tal como de sempre bem antes d’Ele atacar minha mulher... Quando eu me encontro com Ele, principalmente quando estou na companhia da minha esposa, é óbvio que me dá uma certa tensão e ansiedade, mas eu disfarço bem, no entanto, eu gosto de provocar o Cara, me valendo de uma situação favorável e somente quando parecer normal, dou um beijo na boca de Ana, pra qualquer pessoa é apenas o carinho do marido, mas eu imagino que Ele ver os chifres na minha cabeça e que sorri por dentro quando lembra que gozou na boquinha que o marido corno tá beijando...
Bom eu sempre fui muito ético e nunca quis tomar qualquer satisfação com Ele, nem produzir qualquer prova: fotos ou filmes que Ele tenha comido a minha esposa, seria afanoso mudar a situação, Ele precisava continuar no anonimato, principalmente pra mulher dele a quem devia satisfação... Pra mim estava bom saber que Ele media muito prazer pra minha Ana Paula amada... Por outro lado é interessante manter o ar de mistério, para que eu jamais veja diretamente como Ele se relaciona com minha querida... Esta regalia deve continuar sendo só deles dois... Pois bem! Se Ele contou pra algum amigo, e isso pode ter acontecido, é também muito instigante, pra mim, a regra que “o corno é o ultimo a saber”... Neste caso eu posso está conversando com algum sujeito que sabe o que MV tem com minha esposa, e vai saber o que o cara pensa de mim? Tem fetiche melhor? Pode ser que seja mais um interessado a enfeitar minha cabeça, não?
Foi-se um ano e meio desse jeito, e olha meu/minha amigo/a leitor/a! Esse acontecido pode ter sido muito emblemático e incompreensível pra muita gente, mas eu te dou meu testemunho, confesso que mudou minha vida e da minha consorte pra melhor mesmo, principalmente porque agora eu tenho história pra contar, deixei de ser um devaneador e passei a ser um corno de verdade, e pra mim isso é o máximo! Daqueles dias pra cá eu já deixei o antigo emprego e mudei de Cidade, e é claro que para minha esposa puta “a fila andou”... Eu continuo só com as sobras da comidinha caseira, mas incansável incentivador para a putinha popularizar a buceta e experimentar um cardápio de másculos com diversificados tipos de sabores, mais aí são outras histórias...

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